O que há em Braga #1 – Panquecas!!!

Eu não vivo só de cozinhar em casa, restos e reaproveitamentos! Volta e meia também passeio um bocadinho e vou a sítios (Eu sei que não é costume, mas acreditem! Eu saio de casa, ainda que raramente.)!

ape coffee logo

Um dos locais que mais visito e no qual mais gosto de estar é o APE Coffee. O que começou com uma pequena mota é agora um espaço agradável, com rés do chão e primeiro andar, localizado bem perto do arco da porta nova, em Braga (acho que aquilo já é centro histórico). Com um excelente atendimento, apresentam uma selecção de gulosices que, quem está de dieta, vai adorar… ou não.

A mota ainda anda por ai a dar que falar mas agora mais em eventos privados (casamentos, batizados, etc), e outros ao género das Feiras Novas de Ponte de Lima e o Enterro de Gata de Braga.

mota ape coffee

Começando já pelo que interessa! As panquecas, sejam de massa tradicional ou de aveia, são BOAS! Além disso, quando metem os toppings, desde o simples açúcar e canela até à muito saborosa Nutella, não há ali medo de meter a mais. Igualmente, também têm crepes, doces e salgados, mas eu sou fã das panquecas.

Para quem for fã da Starbucks, aqui também conseguem encontrar uma selecção do género, mas que, na minha opinião, tem mais qualidade e a melhor preço. Sou fã do cappuccino, mas o chocolate quente deles também é bastante agradável (aprovado pela minha moça). Durante o verão, porque não apetece tanto bebidas quentes, o APE Coffee tem uma extensa oferta de smoothies (também os podem encontrar no inverno mas eu gosto do quentinho no inverno). Experimentem-nos a todos!

Embora tenha serviço de takeaway (Ou como eu lhe chamo, pegar-e-andar) tanto de bebidas como de comidas, eu admito que nunca o utilizei muito. Prefiro sempre ficar à conversa ou simplesmente estar.

O único problema será sempre o tempo de espera, mas isto tem uma razão. Tudo é feito com tempo, cuidado e empenho para que saia bem. Desde os cafés às panquecas. Não é um local para se ir a correr, e não é a primeira vez que chego lá e tenho uma fila a sair pela porta de pessoal à espera de mesa. Cabe-vos a vós decidir se querem esperar ou não.
Caso não tenham fila, contem com uma espera de entre 10/15 minutos (se pedirem 20 pratos de panquecas fecham o estaminé durante meia hora). Caso tenham casa cheia, a espera após se sentarem pode subir para perto dos 20. Mas tudo depende do que pedirem e vale a pena a espera.

Como novidade, vão abrir um segundo estabelecimento em Barcelos muito brevemente, e de minha parte desejo-lhes a melhor das sortes!

Alternativa: Nórdico Coffee Shop e Brunch, localizado também no centro histórico, na Rua do Anjo. Panquecas mais leves mas igualmente agradáveis e com toppings diferentes, ambiente muito ao género internacional, acompanhado com um atendimento que só queria pedir ao jovem que nos atendeu que se sentasse a falar connosco. Têm um cardápio mais extenso e um preçário igualmente mais elevado, mas que não seja o preço a impedir que visitem o espaço. Contar também com um tempo de espera similar!

Anúncios

Bolo de batata… porque o bacalhau está caro!!!

img_6805

Ora, quem gosta de bolinhos de bacalhau? Gostam todos? Pá, mas isto não são bolinhos de bacalhau. O bacalhau anda a 10€/kg (no mínimo)! Eu não tenho uma árvore de notas na varanda! Já bastam os meus gatos a comer as ervas!

Portanto, e seguindo as instruções da pessoa mais sábia que conheço na cozinha – a minha mãe – deixo-vos com uma receita de bolos de batata e couve, que é a coisinha “mais boa” do planeta.

img_6800

Ingredientes:
500gr de batata
6 folhas de couve penca
1 ovo
Farinha de trigo
Salsa a gosto
Sal a gosto
Passos:
1: Descascar as batatas e cozer com as couves.
2: Depois de cozidas, manualmente, reduzir tudo a um puré 
(trabalhai que essas mãos servem para isso).
3: Bater um ovo e adicionar ao puré, misturando tudo muito bem.
(Se for com as mãos fica bem nojento ;) )
4: Temperar com sal e adicionar a salsa picada 
(não é enfiar meio kg de salsa como eu faço).
5: Ir adicionando a farinha aos poucos até ficarem com uma 
consistência ao vosso gosto. 
(No meu caso, o preparado deve se segurar sozinho mas 
apresentar-se bastante húmido ao toque)
6: Numa frigideira, meter o óleo a aquecer.
(Quem pensou que isto era saudável, enganou-se bem)
7: Colocar farinha num prato. Ir tirando pequenas quantidades
do preparado, moldar em bola e passar pela farinha.
(Eu gosto de bolas mas formato croquete é bom)
8: Com o óleo bem quente, colocar as vossas bolas a fritar.
(Ou as vossas croquetes, tanto faz)
9: Retirar quando as bolas se apresentarem com um tom dourado.
(Tom dourado é diferente de tom castanho torrado)
(Acreditem que eu sei)
10: Colocar as vossas bolas num prato com papel absorvente.
(Com a quantidade de óleo que aquilo vem, dá para trocar
o óleo de um carro durante 5 anos)

voilá! Habemus bolinhos de batata. Claro que isto com bacalhau é outra coisa, mas não se pode ter tudo.

img_6803


Outros detalhes:

Sem lactose: Sem problema aqui.

Sem glúten: Usar farinha sem glúten. Digo já que farinha de grão de bico dá uma tonalidade bonita.

Vegan: Deixai rolar o ovo! Podem sempre adicionar um bocadinho de cúrcuma/açafrão das Índias caso queiram um interior mais amarelinho. Mas também posso fazer isto com chouriço portanto não reclamem muito!

Paleo: Acho que não passa por causa da farinha e talvez da batata! Desenrasquem-se!

Low carbAH! Não vão comer disto, não!

Keto: Também não passa devido à quantidade de hidratos de carbono! Eu já referi que não era saudável?!

Sem adoçante nenhum: Pelo menos a salvo nisto!

Outros: Obviamente que podem tornar isto mais saudável cozinhando no forno! Forrem um tabuleiro a papel vegetal e pincelem-no com azeite (POUCO AZEITE). Meter no forno a 200ºC e ir verificando a cozedura (devem ser por volta de 15 a 20 minutos). Virar quando acharem que devem virar para que cozinhe dos dois lados (ou ai aos 10 minutos.

Outros 2: Podem também adicionar outros vegetais tipo cenoura ripada, curgete, cebola. Também podem fazer a base com batata doce por serem ranhosos com o amido da batata.

Se tudo correu bem, ficaram com uns bolinhos saborosos e com uma cozinha para lavar! Experimentem e mostrem! E podem vir cá comer qualquer dia! E já agora, fiquem com a foto de um gato!

img_6525

Caril de Peito de Frango… ou parecido!

Ora, a pedido de muitas famílias (mais que 1 pessoa são dezenas de famílias para mim), deixo cá a minha receita de caril.

Não confundir com as receitas originais de caril indianas… que eu não tenho jeitinho para isso. Esta foi baseada em imensas outras receitas, retirando os passos mais fáceis. Call me malandro!

Caril

Ingredientes:
1/2 Cebola grande (Ou uma pequena)
1 Cabeça de alho
3 Peitos de frango aos cubos
1/2 Chávena de azeite (Ou óleo que é mais barato mas não é a mesma coisa)
1 Chávena de vinho branco (Daquele carrascão de pacote mesmo)
1 Pacote de leite de coco de 200 ml (Para nós os dois, isto chega)
2 colheres de sopa de caril (ou menos se quiserem saborear o leite de coco)

Passos:
1: Numa panela, meter o azeite, a cebola e o alho esmagado e deixar refogar
até a cebola estar translúcida.
2: Adicionar o frango aos cubos e deixa-lo a refogar entre 10 a 15 minutos,
mexendo de vez em quando. A ideia é virtualmente fritar o peito.
3: Adicionar o vinho branco e deixar ganhar fervura.
4: Adicionar o caril e mexer tudo muito bem de maneira a que tudo esteja 
bem incorporado (e a cozinha a cheirar a caril).
5: Por fim, adicionar o leite de coco, mexer, e deixar refogar alguns 
minutos de maneira a espessar um pouco o leite de coco (Uns 5 minutos, 
mexendo algumas vezes).
6: Tirar do fogo quando atingir a espessura que se quer.

E voilá! Habemus caril de frango. Acompanhar com o vosso arroz basmati favorito ou com aquilo que vocês bem entenderem.


Outros detalhes:

Sem lactose: O leite é de coco portanto estão safos.

Sem glúten: A menos que estejam a comer uma carcaça em cima da panela, acho que também estão safos.

Vegan: Fácil, trocar o frango por tofu!

Paleo: Não sei se o leite de coco é paleo ou não. Eu diria que passa!

Low carb: O leite de coco é baixo em hidratos, mas não sei se toda a receita possa ser considerada como tal.

Keto: Acho que nesta não há problema!

Sem adoçante nenhum: Leiam os ingredientes do leite de coco para terem a certeza! I shit you not!

Outros: Eu não sigo religiosamente as quantidades que cá estão, até porque normalmente só coloco 1 colher de sopa de caril, e completo o resto com as especiarias individualizadas que o caril contém, colocando o caril mais ao meu gosto.

Experimentem e mostrem! E podem vir cá comer qualquer dia!

Pão velho = Croutons!!!

Quem é que já se deparou com um pão velho no saco e não sabia o que fazer? Eu… e provavelmente muitos de vocês. E o que fazer com ele? Para o lixo??? Para os animais? Para a testa de alguém porque é tão duro? Não. Não vale a pena desperdiçar pão quando se podem ter croutons. Também podem ralar mas isso não tem jeito!

Croutons 1

Não sei quanto a vós mas eu gosto muito de croutons, especialmente a saber a alho. Mas acho que todos já viram que os croutons de Supermercado estão especialmente CAROS! Para que dar 2€ por um saquinho deles quando se pode fazer em casa por menos de 0,50€?

Croutons do Tio:

Ingredientes:
2 fatias de pão velho (também pode ser feito com pão fresco)
1 dente de alho
1 + 1/2 de sopa de azeite
1 dente de alho bem picado
sal 1/b
Pimenta preta q/b

Preparação:

Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Cortar as fatias de pão em quadrados. 
Colocar o pão numa travessa de ir ao forno.
Dosear o azeite e o alho picado e misturar. 
Temperar com sal e pimenta a gosto e misturar de novo.
Meter no forno durante 10 minutos ou até estarem com uma cor apetecível.

(Não interessa se gostam de pão tostado)
(Preto carvão não é uma cor apetecível)

E voilá! Se conseguirem fazer isto para vender, aproveitem! A receita não é original minha, mas há tantas iguais que nem sei onde a fui buscar. Eu uso-os principalmente em saladas e sopas, mas divirtam-se.

PS.: Croutons de pão de centeio ficam especialmente saborosos!

Croutons 2


Outros detalhes:

Sem lactose: Vejam nos ingredientes do pão se há leite.

Sem glúten: Agora há pão sem glúten para todos os gostos e feitios..

Vegan: Desde que não se lembrem de meter bacon, acho que estão safos! (Sim, há croutons de alho e bacon! É só adicionar bacon picado com o alho!)

Paleo: Não, é pão.

Low carbNão, ainda continua a ser pão!

Keto: PÃOOOOOOOO!

Sem adoçante nenhum: É verdade que ultimamente tenho visto pão com algum género de açúcar ou adoçante. Leiam os ingredientes!

Experimentem e mostrem!

Granola: Como fazer…

“Ai, fazer granola é difícil. Ai, fazer granola dá trabalho. Ai, fazer granola é demorado.”

Granola 2

NÃO! Granola não é difícil, trabalhosa ou demorada, mas requer alguma atenção… senão queima.

Já faço granola há algum tempo. Enquanto a primeira vez possa ser assustadora de fazer, facilmente dá para ver que é algo simples e fácil, e dependendo dos gostos de cada um, muito saborosa.

“Então vais-nos dar uma receita de granola saudável?”

Sim e não! Sim, vou dar-vos algumas dicas e opções para fazerem a vossa granola. Não, não vos vou dar uma receita. Isto porque eu nunca fiz um tabuleiro de granola sempre da mesma maneira, ou sequer com os mesmos ingredientes. Se é saudável ou não, isso já depende do que cada pessoa considera saudável.

Granola 3.jpg

“Sem receita não sei fazer, logo isto não serve para nada!”

Tá beeem, eu deixo uma das minhas. Mas primeiro, o básico. Lembrem-se que todos são opcionais e é ao gosto de cada um:

Juntar ingredientes secos num vasilhame (Mix-n-match style):

Cereal em Flocos – Aveia, centeio, espelta, trigo, etc.

Cereais tufados – Arroz, trigo, quinoa, millet,etc.

Frutos de casca rija (preferencialmente picados ou laminados) – Amêndoa, avelã, noz, etc.

Sementes – Girassol, abóbora, Linhaça*, etc.

Frutos secos  – Sultanas, Bagas de goji, figo picado, tâmara picada, coco laminado ou picado, etc. (Os frutos secos só se juntam depois da granola sair pela última vez do forno).

Outros: Sal, canela, etc.

Juntar ingredientes húmidos noutro vasilhame.

Gordura – Azeite, óleo de coco, óleo de girassol, etc.

Adoçante – Geleia de arroz, mel, açúcar de coco, etc.

Pré-aquecer o forno a 200ºC.

Adicionar os ingredientes húmidos aos secos e misturar muito bem. Lembre-se que os frutos secos não vão agora, mas sim no fim.

Pincelar o tabuleiro com gordura (ou usar papel vegetal) e espalhar a granola no tabuleiro. Depois, façam de conta que é um frisbee e atirem o tabuleiro lá para dentro – pontos extra a quem não virar nada. Isso ou metam com jeito que também dá.

E aqui vem a parte dificil! De cinco em cinco minutos, até estar com a cor que vos parece mais apetecível (entre 15 a 20 minutos), tirar o tabuleiro e misturar tudo para que a granola toste de maneira uniforme, também conhecido como não deixar queimar só por cima.

Tirar a granola do forno e misturar uma última vez deixando arrefecer durante 2 minutos. Adicionar em seguida a mistura de frutos secos que prepararam  e misturar tudo. Eu adiciono a canela a gosto nesta fase. Deixar arrefecer totalmente e pronto, têm a vossa granola que vos demorou uns imensos 30 minutos a fazer e que, dependendo da quantidade, vos chega para um mês.

“ONDE ESTÃO A PORRA DAS QUANTIDADES?”

As quantidades seguem abaixo, e apenas de uma das granolas que fiz. Elas são meramente indicativas. Se quiserem mais ou a menos, a decisão é vossa.

Granola 1

Granola do tio:

Flocos de Aveia finos - 100gr
Flocos de Aveia grossos - 100gr
Flocos de Centeio - 75gr
Arroz Tufado - 1 chávena (Se a chávena for de 5 lt, o problema é vosso!)
Sementes de abóbora - 30gr
Amêndoa laminada - 50gr
Avelã Laminada - 50gr
Sultanas - 25gr
Bagas de Goji - 25gr
Óleo de Coco - 3 colheres de sopa
Geleia de Arroz - 3 Colheres de sopa
Melaço de Cana - 1 Colher de sopa
Sal - 1 pitada
Canela - A gosto (A gosto não significa enterrar a granola em canela)

“Isto não saiu bem! Não presta! Não é doce o suficiente!”

Eu não prometi que vocês iam gostar! Lembrem-se, podem usar outros ingredientes, fazer as vossas próprias misturas, trocar adoçantes e frutos secos. Façam à vossa maneira.


Outros detalhes:

Sem lactose: Estão a gozar comigo?

Sem glutén: Utilizar apenas cereais sem glutén… como por exemplo aveia ou trigo sarraceno (A aveia não tem na sua composição glutén).

Vegan: Não usar mel como adoçante!

Paleo: A granola não é conhecida por ser paleo, mas é possível fazer uma versão paleo. Não estou a par da receita mas sei que os cereais em flocos são substituídos por frutos de casca rija laminados (nomeadamente amêndoa).

Low carb: Nope!

Keto: Nope! Nope!

Sem adoçante nenhum: Sim, é possível. Eu não gosto muito (Chamem-me de gordo) mas é possível. Sei que leva especiarias para ser mais apetecível ao palato! Pouco mais sei que isso.

Experimentem e mostrem!

Massa com cenas

Os pratos mais fáceis que conheço são pratos de massa. Água + massa = refeição. É assim tão simples. Mas eu como gosto de complicar, meto cenas (Não são essas cenas)!


IMG_20180601_112817Ingredientes (para uma pessoa):

Massa Penne ou Macarrão cortado (percam 10 minutos a cozer a massa)
50gr Bacon em pedaços
1 cebola pequena picada (chorem baba e ranho a fazer isto)
1/2 pimento vermelho cortado
1/2 Natas sem lactose (senão ninguém respira cá em casa)
3 cogumelos frescos fatiados (Cogumelos frescos = melhor que enlatados)
Pimenta preta moída q.b.
Tomilho q.b.
Salsa q.b.
1 folha de louro
Cebolinho q.b.

Modo de Preparação:

Azeite no wok ou frigideira funda, deixar aquecer e adicionar a cebola e o louro, e deixar a cebola lourar. Adicionar o pimento e deixar cozinhar durante cinco minutos, adicionar o bacon cortado e deixar mais cinco minutos. Adicionar depois os cogumelos e cozinhar tudo bem (mais cinco minutos). Quando entenderem que está cozinhado, tirem o louro e adicionem as natas (eu só usei meio pacote de natas, mas para duas pessoas, vai um inteiro) e deixem refogar uns três (ou cinco) minutos enquanto mexem. Temperar com pimenta preta moída e tomilho (ou sem tomilho, eu é que meto tomilho em tudo) e deixar apurar durante mais dois minutos. Se quiserem uma consistência menos pastosa, deixem que as natas sequem durante mais tempo.

Desligar o fogão é conveniente para determinar que a comida está feita e é só verter para o prato (nada de utilizar uma travessa e dizerem que não chega a nada). colcoar cebolinho e salsa picada por cima e voilá… têm um prato de massa que poderá saber bem, mas que não há certeza até provarem!


Outros detalhes:

Sem lactose: usem natas sem lactose ou de origem vegetal.

Sem glutén: o que não faltam são massa sem trigo, portanto milho ou trigo sarraceno.

Vegan: Natas de origem vegetal e larguem o bacon que faz mal! Tofu fumado também serve!

Paleo: Isto é um prato de massa, não é magia!

Outros: Peito de frango em vez de bacon aos pedaços também fica bem e é mais saudável. Isso ou tofu! E experimentem saltear outros vegetais!

Experimentem e mostrem!

Noodles com Legumes e Carne

Também se podia chamar massa com legumes e carne, ou carne salteada com legumes e noodles, e uma infinidade de outras coisas, mas decidi meter este título.

Apesar do meu Instagram estar recheado de comida, admito que não tenho deixado cá grandes receitas. Deixo esta e só porque perguntei se alguém a queria.



IMG_20180518_204942.jpg

Ingredientes:

Noodles de trigo sarraceno e de trigo branco (Tipo soba) para duas pessoas
300gr Carne de porco em cubos (Lombo é sempre mais tenro)
60gr Cogumelos laminados (mas frescos nas enlatado)
1 pimento vermelho pequeno em pedaços ou peçam à Juliana para o cortar
1 molho de espinafres lavado (mas um bocadinho de terra não faz mal a ninguém)
1 cebola pequena picada (inteira não fica bem)
Azeite q.b. (porque os meus tachos pegam)
Pimenta preta moída q.b.
Tomilho q.b.
Salsa q.b.
1 folha de louro
Cebolinho q.b.
Alfazema em flor q.b.

Modo de Preparação:

Depois de todos os ingredientes preparados, meter azeite no wok ou frigideira funda, deixar aquecer e adicionar a cebola e o louro, e deixar a cebola lourar. Entretanto, cozer os noodles em água a ferver durante 4 minutos (ou leiam a receita da embalagem para cozer os noodles em água).

No wok, adicionar os pimentos e deixar cozinhar durante 5 minutos (não se esqueçam de mexer eventualmente). Adicionar a carne e os cogumelos e deixam cozinhar, mexendo ocasionalmente, para que a carne fique bem cozinhada. Quando a carne, pimento e cogumelos estiverem cozinhados, temperar com pimenta e tomilho, cozinhar mais 1 ou dois minutos e desligar o fogo.

Creio que, se tudo correu bem, mais ou menos quando a carne e cogumelos estiverem a acabar de cozinhar, já os noodles estão cozidos. Coar e passar os noodles por água fria, de maneira a tirar a goma em excesso. Visto que a pimenta e o tomilho já estão na mistura, peguem nos noodles e os espinafres e metam no wok e misturem tudo muito bem (não precisam de voltar a ligar o fogo) e deixem estar alguns minutos.

Só falta então colocar no prato e meter cebolinho, salsa e alfazema por cima (tudo picado que ninguém gosta de ramos de flor). Espero que gostem!


Outros detalhes:

Isto já não tem lactose, mas se querem:

Sem glutén – colocar só noodles de trigo sarraceno ou de arroz;

Vegan – Trocar a carne por tofu fumado ou seitan pré-temperado;

Outras carnes – Façam com frango que o porco é só gordura. Vaca também funciona se for carne tenra.

Paleo – Não vou assim tão longe mas creio que têm de trocar os noodles por noodles de curgete ou de batata doce. Não estou muito a par disso.

Experimentem e mandem fotos! Gosto sempre de ver os vossos pratos!